Acordando o Tambor...

Nossa Alma...
Que meu Tambor soe e ressoe acordando...
Que meu canto se faça presente recordando..."

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Seção: Minha Alma
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Seção: Percepções

"FIQUE EM SILÊNCIO E SAIBA" W. Shuterland
Quando pensamos em ação, logo vem à nossa mente - movimento!
E nos tempos de hoje - Muito Movimento!
Essa acelerAção do mundo ou melhor, das pessoas no mundo, tem gerado a percepção de que o tempo está curto.
Olhando-se por um lado, ele realmente está.
Olhando-se por outro lado, o tempo não existe.
Como ????
É isso mesmo, por mais difícil que seja aceitar, essa é a verdade - o tempo não existe!
O tempo está relacionado com a "observação" que temos dele...
Quando o observamos à partir do ponto de vista do externo, olhando as pessoas, os carros, o relógio... ele está correndo e linearmente.
Quando o observamos do ponto de vista interno, o silêncio interno, podemos perceber que ele é "elástico"...
Por isso, a cada dia mais o ser humano sente a necessidade de reconectar-se com esse lugar - interno - para relembrar de como é possível uma vida em harmonia, integração e saúde.
Longe do conceito externo do que isso significa.
Longe do conceito externo de que não há mais tempo.
Existe uma Ação que não é externa.
Existe uma Ação acontecendo internamente, a todo instante, e essa ação tem seu próprio tempo.
Existe uma outra ordem, diferente dessa ordem externa que você está acostumado(a).
Mas, será que essa ordem ainda está em Ordem?
"Fique em Silêncio e saiba"
" ...e assim vou, tocando meu tambor pelo caminho"
(Claudia Godoy - dezembro 2010)
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Seção: Percepções
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Seção: Percepções
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Seção: Percepções
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Seção: Percepções
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Seção: Percepções

Escuro
Recolhimento
Retorno às profundezas
Quando há entrega, esse movimento tras aconchego, acolhimento, reformulações...
Quando há medo, nos debatemos em nós mesmos, querendo sair... escapar...
O escuro interno é rico em possibilidades...
Mas é preciso ter "olhos" para enxergar, caso contrário qualquer ruído, pode representar um perigo...
E era apenas o "vento"...
Ter "olhos" e "ouvidos" treinados, ter confiança em seu fogo interno, que protege como em uma floresta.
Aproveitar a companhia das estrelas e sonhar, fazer planos...
Logo, um novo dia estará nascendo...
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Seção: Percepções
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Seção: Meu Trabalho
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Seção: Percepções
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Seção: Percepções
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Seção: Percepções

O externo é a representação do interno...
O desequilíbrio ambiental que estamos presenciando nada mais é do que a expressão do desequilíbrio interno coletivo.
Já é sabido que quando uma massa significativa de pessoas muda um comportamento, essa mudança afeta o restante do planeta, através do inconsciente coletivo.
Isso não é maravilhoso?
Seria, se as mudanças fossem todas feitas com consciência e intenção...
Porém a maioria dessas mudanças são realizada por motivações inconscientes.
A humanidade na sua sua grande maioria vive como marionetes...
Aonde, quem tem "o comando" são os comportamentos herdados, aprendidos em massa pela divulgação da mídia, etc..
Existem vários movimentos tentando resgatar a capacidade do ser humano em mudar "seu mundo" e em consequência criar uma corrente de mudanças através da consciência, mas ainda não foi atingido um número mínimo para que isso se "materializa", é só assistir ao noticiário diário, que temos uma noção disso...
Mas, esses movimentos estão crescendo.
A humanidade está próxima a um ponto de colapso ( no meu modo de ver - interno - o que vai se refletir no externo) e muitos seres humanos estão "ouvindo o chamado" de sua natureza mais interna, sua fonte, seu eu criador...
Em uma cidade como São Paulo e seus últimos acontecimentos, dá para ter uma noção de como a natureza de alguma forma, pode representar a natureza do coletivo. Como um espelho.
As pessoas tem estado muito tempestivas, a irritação tem sido uma constante, violência aumentando, a mídia ganhando cada vez mais dinheiro vendendo tragédia (sabemos, em alguns casos, totalmante exacerbadas).
Os processos emocionais estão se acentuando, as pessoas tem a tendência em acumular, acumular, acumular e só extravasam quando já chegou no limite... aí é água pra todo lado(sabemos que as emoções são representadas pelo elemento água) e o pior... água suja, porque a tendência tem sido cada vez maior de extravasar e jogar seu lixo emocional no outro - culpa, mágoa, ira, medo, dependências ...
As pessoas se acham no direito de jogar seus lixos emocionais em qualquer lugar, de qualquer forma, em cima da primeira pessoa que aparece...
Não há uma cultura de reciclagem do lixo emocional, de se trabalhar com sua frustrações, de olhar para aquilo que já não serve mais... de dar valor àquilo que pode ser restaurado e reutilizado emocionalmente...
Não há uma cultura de doação... nutrição... todo mundo só quer receber amor, mas não tem para dar ou se nega, porque há uma fonte de amor em todos nós, só que às vezes essa fonte está obstruída pelo lixo. As águas que vem dela, já são contaminadas por ressentimentos, por padrões de conceito e pré conceito herdados...
A grande maioria dos seres humanos está se "afogando" em suas próprias "fezes" (aumentou muito as reclamações de constipação), suas águas sujas, seus traumas, suas dores... ficando cada vez mais doentes... resultado de intoxicação.
Intoxicação alimentar, muitos agrotóxicos? Também mas, a pior das intoxicações é a emocional. Esta nos corroe aos poucos, todos os dias e nem sequer percebemos.
Nosso corpo até que dá sinais mas estamos muito "ocupados" ou ainda pior " pré ocupados" ou ainda, temos medo de assumir a responsabilidade por aquele lixo todo embaixo do tapete.
Então é melhor tomar um analgésico, um anti depressivo e "acabar" logo com aquilo. E lá se vai mais um lixo pra debaixo do tapete... mais intoxicação... mais desestrutura... mais dependência...
Olhar para dentro, limpar dentro, SE tornar um mundo harmonioso, equilibrado, SER auto sustentável, reciclar os sentimentos, os pensamentos, as atitudes... ser ecologicamente correto consigo mesmo, com SEU mundo, SEU ecossistema - SEU CORPO, SUA MENTE, SUAS EMOÇÕES.
O resultado disso só pode ser um mundo mais limpo.
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Seção: Percepções

"Na minha opinião existem dois tipos de viajantes: os que viajam para fugir, os que viajam para buscar." Érico Veríssimo
... existe uma variação - os que viajam para fugir e acreditam que estão buscando...
É incrível a capacidade do ser humano em criar... seja a sua verdade, seja uma ilusão...
Criando pela inconsciência... criando à partir de conceitos herdados, traumas arraigados, hábitos esquecidos... conceitos e pré conceitos ultrapassados.
Se afastando mais e mais de sua verdade.
Vivendo padrões que não satisfazem...
Acreditando em seu "eu criado" que lhe diz, ser diferente de seus pais, que não repete aquilo que tanto "odeia"(na verdade o que repetimos são os padrões do coletivo).
E assim, segue fugindo... e acredita que está encontrando...
Para fazer uma viagem pela busca, é necessário PARAR em todos os níveis e olhar bem... para todos os aspectos "doloridos", todas as feridas ainda abertas, todo o lixo embaixo do tapete, todas as máscaras, ilusões...
Então, descartar toda essa bagagem desnecessária.
Viajar, em busca da verdade da alma e depois com a verdade da alma, uma viagem de criação consciente...
Onde o que importa é apenas o caminho e as marcas que vamos deixando nele... podem ser flores...
A escolha pode ser individual...
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Seção: Percepções
Muito tem se falado ultimamente, das necessidades de mudanças.
Todas as correntes, todos os sistemas de todos os interesses falam em - necessidade de mudanças.
Muitos espiritualistas vem divulgando mensagens, que são na verdade "chamados" para que o ser humano se responsabilize e efetue as mudanças necessárias para uma "evolução" de consciência.
Mudanças na alimentação, na forma de pensar e consequentemente de agir, mudança de hábitos...
A sensação que se apresenta a mim é a de que estamos "mudando de barco".
E vale dizer que nessa mudança não é permitido levar muita bagagem.
Há de se descartar tudo aquilo que não lhe serve mais... tudo e todos.
Você já teve a sensação de estar vivendo vidas paralelas, de não se encaixar mais em um grupo do qual fez parte até há pouco tempo?
Como se derrepente você estivesse há quilômetros de distância destes?
Quando optamos pela mudança é isso o que acontece.
Na verdade é a fase da transição, quando estamos com um pé em cada barco...
E como essa fase não é tão rápida e espontânea, gera uma certa insegurança... a sensação de que se vai "cair no rio".
Esse é um grande problema, principalmente para aqueles que não aprenderam a nadar...
E muitas pessoas estão caindo no rio... e não aprenderam a nadar...
Mas muitas outras, estão empenhadas em resgatar e ajudar nessa mudança.
Pessoas essas que já se anteciparam, já mudaram, algumas até caíram no rio mas, sabiam nadar...
E agora estão prontas para apoiar àqueles que se aventurarem nessa mudança...
E você? Aonde está?
"E assim vou, tocando meu tambor pelo caminho"
Claudia Godoy - fevereiro 2010 - verão
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Seção: Percepções
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Seção: Percepções
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Seção: Minha Alma
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Seção: Percepções
Hoje, acordo meu tambor
Soando alto,
o mais alto possível
Acordando os iguais.
Hoje, toco meu tambor
fazendo despertar,
trazendo um novo "cantar".
Soando, soando alto
o mais alto possível
Acordando os iguais.
Hoje, soo meu tambor
Cantando a cura,
Despertando sonhos,
Invocando lembranças,
Acordando a Terra,
Reverenciando a Lua,
Nascendo com o Sol.
Ouvido nas quatro direções...
Cantando a cura,
Cantando a vida,
Cantando o amor.
Hoje, meu tambor bateu mais forte,
Soou mais alto,
Chegou até as estrelas...
... e assim vou, tocando meu tambor pelo caminho...
(Claudia de Godoy - outubro 2008)